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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

...seguindo nosso caminho...

Falarei sobre as cervejas do tipo Porter, agora que começamos a curtir cervejas encorpadas e escuras estamos prontos para experimentá-las apreciando todas as suas características e qualidades.

São cervejas escuras fortes e encorpadas, uma matéria bem interessante sobre ela, sua história e curiosidades, pode ser vista na Wikipedia, por isso não me preocuparei em repetir o texto, colocarei somente alguns pontos que acho mais interessantes. 

"No passado as London Porters eram mais fortes, em 1770 há registros de que elas possuíam OG de 1.071 e 6,6% ABV, porém o aumento dos impostos sobre a cerveja durante a guerra "Napoleônica" fez com que a gravidade original caísse para 1.055 e foi mantida nesse patamar até o final do século 19. A popularidade do estilo levou as cervejarias a produzi-la com vários teores diferentes iniciando pela "Single Stout Porter" com aproximadamente 1.066, a "Double Stout Porter" (curiosidade: a Guinness foi originalmente batizada de "Extra Superior Porter" e somente teve seu nome alterado para "Extra Stout" em 1840) com 1.072, a "Triple Stout Porter" com 1.078 e a "Imperial Stout Porter" com 1.095 entre outras. Depois do século 19 a nomenclatura Porter foi gradativamente alterado, contudo as cervejarias Inglesas continuaram utilizando a palavra "Porter" como termo genérico para ambos os estilos Porters e Stouts.

Atualmente as cervejarias tem produzido variedades de Porters incluindo muitos adjuntos diferentes como abóbora, mel, baunilha, chocolate e bourbon, entretanto, as cervejarias especializadas em Porter mantém a tradição de envelhecer a cerveja em barris, sendo a utilização de barris de bourbon bastante comum."

O interessante dessas cervejas é sua personalidade, com pouco tempo você pode distinguir uma porter de uma stout facilmente sem ver a garrafa, somente pelo líquido em seu copo, o aroma e sabor característicos os levarão a gostar cada vez mais das cervejas encorpadas, de amargor acentuado e cada vez mais aromáticas, ou seja, lembram a frase que você ouviu milhões de vezes quando alguém experimentava uma cervejinha pilsener pela primeira vez? "Ah, não gostei, é amarga!", pois é, imaginem então se essa pessoa estivesse provando uma  "extra bitter", nem quero imaginar as possibilidades...

Vamos às recomendações e as fotos:
Se puderem experimentem todas, mas como algumas são muito difíceis de encontrar, comecem pela Fullers London Porter e pela Old Engine Oil, se conseguir não deixe de degustar a Meantime. A Hooker e a Waitrose são imperdíveis, mas não vai ser fácil conseguir uma por aqui.
Boa sorte aos confrades e, se alguém encontrar uma Hooker compre algumas garrafas a mais e me avise, fico com elas!!!
ΛΩ

Barley Wine
A próxima da lista e último estilo desse passo é a famosa Barley Wine. Inglesas de origem e com uma "explosão" característica de aromas, a primeira cerveja a levar esse nome data do ano de 1900, o nome advém do fato dela ser forte como um vinho, pois possui teor alcoólico entre 8,5 e 12% com OG variando de 1.090 a 1.120 e ser feita de cevada e não de uvas. O espectro de cores varia do âmbar ao cobre escuro, mas até os anos 50 todas as cervejas desse estilo eram escuras. Para apimentar a questão de estilos, segundo Martyn Cornell, historicamente as Barley Wines e as Old Ales não apresentam diferenças se comparadas. Não falarei aqui das Old Ales, mas procurem por elas na internet e degustem-nas são pontos de referência interessantes.

No quesito amargor as Barley Wine vão de 50 a 100 IBU e sua coloração pode oscilar de 24 a 48 EBC.

Temos duas ótimas Barley brasileiras que são a Baden Baden Red Ale e a Schmitt Barley Wine; Sugiro começar pela segunda que é mais suave, mas não deixem de provar a de Campos do Jordão, ambas são excelentes. Se encontrar a Schmitt Magnum não perca a oportunidade de experimentá-la.


Experimentem também as belgas Bush de Noël e Bush Ambrée, duas maravilhosas cervejas, valem muito a pena.


Para terminar essa deliciosa iniciação à cerveja falarei das "extreme beer" no próximo post.

Prosit!!!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Amor ou ódio

Já ouviu falar em STOUT? Conhece alguma? Experimentou? Gostou? Não gostou? Algum comentário? Quem nunca ouviu falar na irlandesa Guinness? Irlandesa sim, embora muita gente não saiba, é uma das cervejas mais famosas do mundo, mas porque estou falando dela? Simples, dando sequência na doutrina do consumo consciente de cervejas chegamos ao 4° passo proposto por mim para atingirmos um nível de maturidade que permita aos leitores e apreciadores da boa cerveja avaliar adequadamente qual beber, quando, com quem e harmonizando com o que.

Façamos um breve retrospecto, pensei até em um pequeno gráfico de "gap", mas vamos no gogó mesmo, ou melhor, no "dedó":

* Estávamos na farra das "pilseners";
* Começamos experimentando as Cervejas de Trigo;
* Passamos pelas Pales, Reds, IPAs, ESBs e Browns;
* Tivemos o prazer incomparável de conhecer as Belgas e até DeuS...;
* Chegamos às Stouts, Porters e Barley Wines...

A Guinness tem uma história bem legal que pode ser vista no próprio site da cervejaria (Clique Aqui), destaque para o site que é muito bem feito.

Postei anteriormente um vídeo da nossa Foreign Extra Stout B&R e também os parâmetros internacionais do estilo; vocês podem refrescar a memória acessando a matéria Uma Irlandesa bem gostosa "made in Campinas", foi uma das nossas primeiras cervejas e agradou muito quem teve o prazer de experimentá-la.

STOUT
São cervejas escuras, secas e de amargor médio, teor alcoólico variando desde 3,2% nas Dry a 12% nas Russian Imperial, há registros de que no início (lá pelos idos de 1800) a verdadeira Guinness era bem diferente da que bebemos hoje, por exemplo, em 1896 a OG era registrada como sendo de 1070 e atualmente está em 1042 segundo o livro "Stout" (Classic Beer Style Series) de Michael J. Lewis. Há também nebulosas controvérsias sobre sua origem, se foram os ingleses que a inventaram ou se tentaram copiar dos irlandeses, se veio para competir com as Porters ou até a uma estranha suposição de que elas, as stouts, não foram sempre escuras...pois é..., mas acho que já desviamos bastante, quem tiver interesse, leia o livro, há muita coisa interessante nele e há algumas sinopses pela internet.

Há quem as odeie e muito...torcem o nariz e põe a língua pra fora..., mas quem gosta de Stouts realmente bebe a cerveja com uma pegada diferente, por isso ressalto que o leitor não deve sair pulando os passos e oferecendo uma Beamish pra namorada que até ontem só bebia skol, cuidado! Você pode estar acabando com a possibilidade de ter uma companheira de copo para curtir cervejas de peso. Seja cauteloso, vá gradativamente educando os(as) amigos(as) e colherá bons frutos.

Sugestões de cervejas e acompanhamentos também não faltam, mas gostaria de deixar aqui uma harmonização bastante interessante, convide os(as) amigos(as) que já estejam nesta fase do aprendizado para um churrasco diferente, asse na churrasqueira em fogo forte um pernil de javali, sirva com batatas carameladas na cerveja escura e degustem com uma Foreign Extra Stout (caseira de preferência, mas dentro do estilo) e depois sirvam uma sobremesa gelada à base de chocolate amargo acompanhado de uma Sweet Stout, espero que me digam como foi a experiência (posto receitas minhas para ajudar no evento, se desejarem).


Algumas indicações para degustação: Guinness, Beamish, Murphy's, Samuel Adams Cream Stout, Baden Baden Stout, Meantime London Stout e até a Caracu, porque não?



PORTER (to be continued)

Prosit!!!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Ahh, as belgas...

...várias das melhores cervejas que já degustei vieram de lá. Tudo começara com uma despretensiosa festa de final de ano da empresa onde reuníamos grandes e velhos amigos para comemorar cada ano que se findava, bons tempos aqueles, onde o trabalho era salpicado de "happy hours" e conversas sobre amenidades. Mas foi lá, no Drake's Bar (aqui em São Paulo) que uma noite, enquanto eu e o Fabião "cabelo" esperávamos os atrasados presos no maravilhoso trânsito da capital, que resolvi arriscar e pedir uma cerveja diferente, garrafa de 750ml, rolhada, com um rótulo sóbrio e uma descrição apetitosa, naquele momento nem imaginava que estava prestes a conhecer uma de minhas paixões primeiras, uma La Trappe Tripel, servida em uma taça majestosa que nos faz pensar como deve ter sido viver em tempos medievais...puro devaneio... chegarei nessa obra de arte em breve, retomemos pois nossa estrada.


Para os mais perseverantes, PARABÉNS por terem chegado até aqui e espero que continuem a viagem, este passo os fará mais fortes e motivados a não desistir, pois estaremos agora experimentando sabores, aromas e conhecendo processos ímpares, pois as belgas assim o são, diferentes, especiais e deliciosas.

Relembro a postagem que fiz lá nos idos de 2009 no início do Blog (Começa o Beer Tour e O Paraíso), tive a oportunidade e o imenso prazer de estar na Bélgica onde me deliciei com o Beer Weekend Paradise e visitei cervejarias como a Cantillon, Delirium Café e A La Mort Subite; estive também na Holanda, neste visitei a Trapista Koningshoeven Abbey em Berkel-Enschot nos arredores de Eindhoven onde são produzidas as famosas cervejas La Trappe, alerto que a visita vale cada centavo (de euro é claro!).

Comecemos então pelos estilos Belgas:

Trapistas: Há somente sete mosteiros trapistas produzindo cerveja pelo mundo, como poderão verificar seis deles estão na Bélgica e um está, como citei, na Holanda. Teoricamente, considera-se Trapista somente as cervejas produzida no interior de algum mosteiro ou abadia trapista, ou seja, é um sacrilégio considerar que uma cerveja produzida em outro local seja chamada de trapista ou que siga um estilo trapista, há inclusive um movimento da União Belga dos Fabricantes de Cerveja e do Clube de Cerveja Belga no sentido de combater essa que, segundo eles, é uma utilização imprópria da nomenclatura e prejudica a boa reputação das cervejas belgas. (ver pequena matéria no site da Cervesia). Os estilos mais conhecidos são: Blond, Dubbel, Tripel, Quadrupel. A razão de possuírem tais nomes não é muito conhecida, porém há uma teoria que remete à utilização de marcas feitas pelos monges nos barris de cerveja de forma a diferenciá-los por sua quantidade de álcool, assim teríamos a  letra "X" como marca, ou seja, X seria a mais fraca, XX seria a média e XXX a mais forte, além disso, segundo o pesquisador Michael Jackson - não, não é o cantor (http://www.beerhunter.com/) as marcas seriam respectivamente correspondentes a 3, 6 e 9% ABV. Para ser quadrupel a cerveja deve ter mais de 10% ABV.
Sugiro, pela ordem, as La Trappe blond, dubbel, tripel e quadrupel. Tem a Monasterium da Falke também.


Lambics: São cervejas muito diferenciadas produzidas na Bélgica (Bruxelas e no sudeste do país) e possuem fermentação espontânea, ou seja, não se adiciona a levedura no processo, os tanques são abertos e leveduras selvagens existentes no ambiente da cervejaria se encarregam de trabalhar. Há vasta literatura sobre o assunto, por isso vamos aos tipos de Lambic: Lambic Pura, Gueuze (um blend de duas lambics - uma jovem e uma envelhecida), Mars (com 2% de álcool não é mais produzida), Faro (mistura de uma lambic com uma cerveja mais fraca e adicionada de caramelo), Kriek (lambic refermentada com cerejas), Fruit lambics (com extrato de framboesa, pêssego, cassis, morangos e modernamente com banana, coco, abacaxi, limão e outras frutas silvestres).   
Gosto muito da Mystic, da Kriek Boon e da Kriek Maxx. Como experiência sugiro degustar uma geuze mas com cuidado para não assustar, pois é um estilo muito peculiar, diria até que um pouco difícil de beber, mas vale o conhecimento, as cantillon são muito famosas em Bruxelas mas não são encontradas com facilidade no Brasil.

Abbey Beer: O termo é aplicado às strong ales produzidas de uma forma similar às trapistas, porém que não foram produzidas dentro de um dos sete mosteiros trapistas do mundo (Orval, Chimay, Rochefort, Westvleteren, Westmalle, Achel e La Trappe) exemplos desse estilo são a Leffe e a Duvel provenientes de mosteiros beneditinos.
Podemos experimentar com facilidade as Leffe (Blond, Brunette, Radieuse e se tiverem a sorte de encontrar, degustem a Vieille Cuvée - com 8,4% ABV - maravilhosa)



Golden Ale: Cervejas frutadas e muito aromáticas foram criadas segundo consta para competir com as Pilsener lagers, porém utilizando maltes diferenciados e um mix de lúpulos tchecos, eslovenos e alemães. Podem ter teor alcoólico variando dos 4,5% aos 8,5% e são de alta fermentação.
Que tal uma nacional? Experimentem a Golden da Baden Baden e a Strong Golden Ale da Eisenbahn (show!).


Deus: ahh, a caríssima Deus Les Brut de Flanders, infelizmente cara no Brasil (em média R$ 180,00 a garrafa), pois na Europa você a encontra por € 12,00. Segue o processo de fermentação secundária como os champagnes franceses, a cerveja depois de engarrafada recebe uma nova dose de fermento e de açúcar e refermenta ficando de ponta-cabeça e sendo girada de 1/8 de volta duas vezes ao dia por 20 dias em caves subterrâneas, depois tem o resíduo da fermentação que se acumulou no gargalo retirado a uma temperatura muito baixa para não vazar além da conta e finalmente recebe sua rolha, bom, essa é a lenda. Vale a pena experimentar, mas 99% das pessoas dizem: "Mas nem parece cerveja!" ... admito, não mesmo... mas é ótima. Há a brasileira Lust também, mais acessível, provem.

Esses são os principais estilos belgas e tenho a certeza de que vocês terão uma grande e bem variada lista para degustar até a próxima postagem.

Aqui coloco um link bem interessante onde estão catalogadas todas as cervejarias belgas e suas cervejas além de uma lista de Pubs, Beer Shops entre outras coisas. Acesse BBB - Belgian Breweries and their Beers.

Prosit!!!

sábado, 11 de setembro de 2010

Rumo à conscientização

2º passo

Teoricamente, você já deixou de ser escravo da pilsen e começou a desbravar novos territórios, nunca dantes percorridos e provavelmente não quer mais parar, essa é a idéia!

Minha sugestão agora é enveredarmos pela famosa escola Inglesa, onde imperam as cervejas avermelhadas e lupuladas (Ambers & Reds) e concluirmos com as mais escuras (Browns).

Começaremos pelas Pale Ales, pale significa "pálido", por isso esse estilo de cerveja traz uma coloração âmbar e um amargor leve (25-35 IBUs nas English Pale Ale e 30-45 IBUs nas American Pale Ale, segundo o BJCP), depois passaremos pelas Ales e Red Ales, basta irmos desbravando a palavra de ordem aqui é "experimentar".

Pela facilidade de se encontrar, sugiro começar pelas nacionais:


Depois você poderá ir aos poucos provando as importadas, já que há muitas por aí, colocarei alguns nomes e poucas fotos para o Blog não virar uma galeria:

Fuller's, Greene King IPA, Oakham Jeffrey Hudson Bitter (JHB), Brains Bitter, Tetley’s Original Bitter, Brakspear Bitter, Boddington's Pub Draught, Sierra Nevada Pale Ale, Stone Pale Ale, Great Lakes Burning River Pale Ale, Bear Republic XP Pale Ale, Anderson Valley Poleeko Gold Pale Ale, Deschutes Mirror Pond, Full Sail Pale Ale, Three Floyds X-Tra Pale Ale, Firestone Pale Ale, Left Hand Brewing Jackman’s Pale Ale.
*as cervejas não estão em nenhuma ordem, seja alfabética, de qualidade, preço, origem etc.. 


Como viram, há um sem número de Pale Ales, Red Ales, IPAs (India Pale Ales - não vou aqui contar a milhões de vezes repetida história de porque se chamam IPA, basta entrar na Wikipedia, assim fugimos do lugar comum) para provar e nem me arrisco "rankeá-las", pois cerveja é algo muito pessoal, o que posso dizer é que são muito boas e sugerir que analisem, ou seja, leiam os rótulos antes de comprar qualquer uma procurando especificidades como o amargor (IBU) e o teor alcoólico, pois essa transição precisa ser gradual, principalmente se você estiver carregando alguém com você ...geralmente a namorada ou esposa... caso contrário poderá assustar a candidata e perder a oportunidade de abrir esse vasto mundo de aromas, cores e sabores para sua acompanhante favorita.

Nesta fase fecharemos com as Brown Ales, da quais minha preferida é a New Castle Brown, mas há outras como a Samuel Smith Nut Brown Ale, Adnams’ Nut Brown Ale, Brain’s Dark, Banks’s Mild, Highgate Mild, Fuller’s Hock, McMullin AK, Robinson’s Best Mild, Theakston Traditional, Tetley Mild, Grant’s Celtic Ale, Mann’s Brown Ale, Oregon Nut Brown Ale e muitas outras.


Bom, espero que essa segunda etapa seja proveitosa tanto quanto a primeira ou até mais, já que muitos dos nossos amigos comentaram e enviaram e-mails por terem gostado bastante da postagem (um deles até republicou a matéria na íntegra em seu Blog - certo Ricardo?) sobre uma forma gradativa e bem simples de ir, aos poucos, criando um bom hábito nas pessoas que gostamos de ter ao nosso redor, mas sem impor ou forçar comportamentos ou um gosto "empacotado", pois a grande variedade de cervejas no mercado e a possibilidade de fazer a bebida em casa com as características que desejarmos nos dá essa flexibilidade e facilita a introdução ao mundo das cervejas especiais.

Aproveito para parafrasear o grande Hunter S. Thompson - "Good People Drink Good Beer" ***


No terceiro estágio falarei um pouco das belgas que são, sem sombra de dúvida, um mundo à parte em se tratando de cervejas!

Prosit!!!

***Frase presente nos rótulos da Flying Dog Brewery - que estarão no passo 5